O Emburrecimento Planejado do Cristianismo

O Emburrecimento Planejado do Cristianismo
de Ethan Renoe

Porque os cristãos precisam ler mais. Quero dizer, Joel Osteen não tem nem um diploma de bacharel.

Outro dia eu estava (surpresa, surpresa) em um café nas montanhas, sentado perto do balcão. Um cara de cerca de 20 anos entrou vestindo uma camisa da banda de rock TOOL e um longo rabo de cavalo. Eu podia ouvir a sua conversa enquanto ele se aproximava da barista de café expresso e eles começaram a conversar. Em um certo momento, foi dito que ela frequentava uma universidade cristã e ele claramente não aprovou isso.

“Eles incorporam religião em todas as aulas?” ele perguntou. “Até nas aulas de ciências? Como isso funciona?”

Ela ousadamente começou a explicar como eles oram antes de cada aula e ensinam a partir de uma cosmovisão cristã, mas logo ficou evidente que ela estava sendo esmagada nessa conversa. Ele era bem versado nas obras de Dawkins, Hitchens e Nye e começou a distribuir a punição.

Eu uso a palavra punição porque esta pobre barista foi castigada por um sistema religioso que, nos últimos 200 anos, começou a descartar a inteligência dentro da igreja em favor de emoções, experiências de conversão e entusiasmo. Pergunte à maioria dos cristãos americanos hoje qualquer questão mais profunda do que “Deus ama a todos?” e você está fadado a receber algum tipo de resposta sugerindo que esse tipo de discurso deveria ser reservado para as universidades de teologia.

Outro dia um amigo meu disse que não vê mérito em entender sobre calvinismo ou arminianismo porque tudo o que ele quer é amar a Deus e as pessoas. E parece que a bola para aí para a maioria dos cristãos hoje. Não há necessidade de saber mais do que isso.

Eu chegaria ao ponto de dizer que existe até mesmo um medo do conhecimento no cristianismo evangélico. Pela minha experiência, esse medo vem de uma dessas duas fontes: as pessoas têm medo de que, se vierem a saber demais, serão como os fariseus, e se tornarão arrogantes e críticas com os outros, enfraquecendo assim seu amor por Deus; ou temem que se aprenderem demais irão mergulhar fundo no liberalismo e nadar nas águas arriscadas do universalismo e de outras heresias.

Nós substituímos a teologia valiosa e sólida na igreja por músicas emotivas e lembretes constantes de que “Deus é amor, Ele te ama e é seu Salvador pessoal que ama a sua alma…” Essas palavras são ótimas para atrair pessoas de fora para a igreja (porque elas são verdades de modo geral), mas pobres para o crescimento de crentes em testemunhas maduras com rico entendimento das coisas profundas de Deus.

Eu descobri que o oposto é muito verdadeiro. Descobri que quanto mais aprendo sobre Deus, Sua Palavra e teologia que O descreve, mais posso amá-Lo e adorá-Lo, porque agora há muito mais para se adorar e se surpreender. Se minha capacidade de adorar a Deus for um fogueira, aprender mais sobre Ele só acrescenta mais lenha ao fogo. Afinal, se você realmente ama a Deus, não iria querer aprender o máximo possível sobre Ele?

Nossa lógica é bem retrógrada nesse ponto.

Sinceramente, estou cansado de cristãos que não querem aprender mais. Uma coisa é não saber muito sobre nossa fé, mas outra é não ter vontade de crescer.

Fico triste porque os ateus são tão apaixonados pelo que eles acreditam que leem pilhas de livros para definir suas crenças, enquanto nós ficamos felizes em flutuar pela superfície com uma (sem ofensas) ‘teologia nível Hillsong’ e chamar isso de bom. E nos perguntamos por que as pessoas estão deixando a Igreja em massa! Uma igreja que oferece apenas uma teologia maleável de prazeres com forte carga emocional irá perder a batalha de longo prazo para um ateu bem instruído e convincente quase sempre

O puritano Cotton Mather escreveu: “Ignorância é a Mãe, não da Devoção, mas da HERESIA” (ênfase dele).

O sentimentalismo piegas só pode durar por um tempo limitado.

Assim como um casamento não pode ser sustentado pelo furor da paixão, uma vida de fé não pode ser sustentada por emoções apaixonadas. Sim, pode ser uma porta de entrada maravilhosa (e necessária), mas sem profundidade de conhecimento e compreensão, serão “ levados em roda por todo vento de doutrina, pelo engano dos homens que, com astúcia, enganam fraudulosamente” (Efésios 4:14).

Um dos meus professores de teologia é tão apaixonado por essa questão que ele mencionou a mesma metáfora pelo menos três vezes neste semestre. É mais ou menos assim:

“Por que as pessoas dizem que querem ‘conhecer a Deus, mas não saber sobre ele? Isso é absolutamente ridículo!

Imagine se eu lhe dissesse ‘eu amo minha esposa, mas não sei nada sobre ela’.

Você poderia me perguntar onde ela nasceu e eu daria de ombros.

Que tipo de música ou comida ela gosta?

Eu não sei.

De que cor são os olhos dela?

Não tenho idéia. Mas eu a amo.

Veja como isso soa insano? Quanto mais conhecemos alguém, mais somos capazes de amar essa pessoa”.

No entanto, não temos problemas em flutuar na superfície de nosso conhecimento de Deus. Então nos perguntamos porque temos tanta dificuldade para testemunhar aos outros ou descrever no que acreditamos ou porque acreditamos, para os outros.

J.P. Moreland, em seu livro Ame a Deus Com Toda a Sua Mente, demonstra como o Segundo Grande Despertar [a segunda onda de avivamento religioso ocorrida nos Estados Unidos da América] levou ao início da pregação emocional e apelos apaixonados por uma rápida experiência de conversão, em oposição a um período de contemplação, aprendizado e descoberta da fé cristã e suas doutrinas. Nós vivemos as consequências desse estilo de pensamento. Moreland escreve: “a forma intelectualmente superficial e teologicamente analfabeta do cristianismo… veio fazer parte da religião cristã populista que surgiu”.

Fiquei fascinado ao saber que a Igreja já foi o local onde os crentes iam para aprender teologia profunda e doutrina sólida, mas agora isso parece ser reservado apenas para as faculdades de teologia. Hoje em dia qualquer um pode abrir uma igreja, desde que seja envolvente e divertida o suficiente, as pessoas aparecerão. Não importa se prega a verdade ou não. (Um bom exemplo: O pastor da maior igreja dos Estados Unidos não tem sequer um diploma de bacharel, tampouco um diploma de seminário e veja onde isso levou…) Tudo isso me ajuda a entender porque as pessoas estão vendo cada vez menos necessidade para a igreja. Depois que a emoção inicial se esgota, o que ela realmente tem a oferecer?

Não devem ser apenas pastores, autores e teólogos que estudam sobre o que acreditam, mas todos os crentes. O próprio Jesus afirmou que o maior mandamento é amar o Senhor, seu Deus, de todo o seu coração, alma, força e MENTE (Lucas 10:27), no entanto tendemos a negligenciar este último e pôr em foco no coração e na alma. (Adeptos do CrossFit também acrescentam ‘força’ a mistura, eu acho.)

Deus retrata um destino grave para aqueles que negligenciam crescer em seu entendimento em Oséias 4:6, quando escreve: “O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento; porque tu rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei.”

Então não vamos ser destruídos e rejeitados, hem?

Não é tarde demais para os cristãos aprenderem a respeito do sagrado. Não é tarde demais para aprender o significado e o valor de nossos credos, doutrinas e sistemas. Há mérito em aprender e compreender sobre as partes mais profundas da nossa fé e digo que devemos começar antes cedo do que mais tarde.

Se você está lendo isso e pensando, puxa, eu adoraria de alcançar uma compreensão mais profunda de Deus, mas não sei por onde começar, vou sugerir alguns ótimos pontos de partida aqui, mas não hesite em me enviar um e-mail com mais perguntas ou comentários! Eu adoraria conversar mais a respeito dessas coisas. Além disso, se você está lendo isso e pensando, puxa, eu realmente não aprendo muito sobre a Bíblia ou sobre Deus na minha igreja, isso meio que me anima, pode ser a hora de mudar isso. Comece falando com seu pastor sobre isso antes de sair a procura de igrejas!

Aqui estão alguns livros que são muito fáceis de ler e que nos mostram as particularidades superficiais da fé cristã:

Deleitando-se na Trindade: Uma Introdução à Fé Cristã de Michael Reeves

Desiring God: Meditações de um Hedonista Cristão de John Piper

Cristianismo Puro e Simples de C.S. Lewis

The New Lonely, meu livro.

(Este último não é teológico, é apenas um livro muito bom. ;})

Aprecie!

Ethan


Tradução de “The Dumbing Down of Christianity

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Como Jesus Ajudou Seus Aiscípulos a Aumentar Sua Fé

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Disseram então os apóstolos ao Senhor, “Aumenta a nossa fé!” E disse o Senhor: “Se tiverdes fé como um grão de mostarda, diríeis a esta amoreira, ‘Arranque e planta-te no mar’, e ela vos obedeceria. “E qual de vós terá um servo a lavrar ou a apascentar gado, a quem, voltando ele do campo, diga, ‘Chega-te, e assenta-te à mesa’? “E não lhe diga antes: ‘Prepara-me a ceia, e cinge-te, e serve-me até que tenha comido e bebido, e depois comerás e beberás tu’? “Porventura dá graças ao tal servo, porque fez o que lhe foi mandado? Creio que não. “Assim também vós, quando fizerdes tudo o que vos for mandado, dizei, ‘Somos servos inúteis, porque fizemos somente o que devíamos fazer.'”

Em Lucas 17: 5 os apóstolos pedem a Jesus para aumentar a sua fé. Como é que Jesus os ajuda? De duas maneiras, ambas as quais são, dizendo-lhes a verdade. Assim, mesmo na maneira que ele responde ele nos mostra que a fé vem pelo ouvir. Saber certas coisas deveria aumentar a nossa fé.

Primeiro, Ele fortalece a nossa fé, dizendo-nos no versículo 6, que a questão crucial em realizar grandes coisas para fazer avançar o reino de Deus não é a quantidade de nossa fé, mas o poder de Deus. E disse o Senhor, ” Se tiverdes fé como um grão de mostarda, diríeis a esta amoreira, ‘Arranque e planta-te no mar’, e ela vos obedeceria.” Referindo-se à pequena semente de mostarda após ser perguntado sobre o crescimento da fé, ele desvia a atenção da quantidade de fé para o objeto da fé. Deus move amoreiras. E isso não depende decisivamente da quantidade de nossa fé, mas do seu poder, sabedoria e amor. Sabendo disso nós somos ajudados a não nos preocuparmos com a nossa fé e somos inspirados a confiar na livre iniciativa e poder de Deus.

Segundo, Ele ajuda a fé deles crescer, dizendo-lhes nos versículos 7-10 que, quando eles tiverem feito tudo o que lhes for mandado,  ainda assim estarão radicalmente dependentes da graça. Jesus dá uma ilustração. Você pode querer lê-la novamente nos versículos 7-10. A essência disso é que o proprietário de um escravo não se torna um devedor ao escravo, não importa o quanto de trabalho o escravo faça. O significado é que Deus nunca é nosso devedor. O versículo 10 resume tudo: “Assim também vós, quando fizerdes tudo o que vos for mandado, dizei, ‘Somos servos inúteis, porque fizemos somente o que devíamos fazer.'” Somos sempre seu devedor. E nunca seremos capazes de pagar essa dívida, nem nunca nos será pretendido pagá-la. Sempre estaremos dependentes da graça. Nunca conseguiremos subir da posição de devedores e ir para uma posição onde Deus é nosso devedor. “Ou quem lhe deu primeiro a ele, para que lhe seja recompensado?” (Romanos 11:35).

Quando ele diz no verso 9 que o proprietário não “dá graças” ao servo, a expressão usada para “agradecer” é provocativa. Eu acho que a idéia é que “dar graças” é uma resposta à graça. A razão pela qual o proprietário não agradece ao escravo é que o servo não está dando para o proprietário mais do que o proprietário merece. Ele não está tratando o proprietário com graça. Graça é ser tratado melhor do que você merece. Assim é conosco em relação a Deus. Nunca tratamos Deus com graça. Nunca damos a ele mais do que ele merece. O que significa que ele nunca nos deve agradecimentos. Deus nunca diz “Obrigado” para nós. Ao invés disso, ele está sempre nos dando além do que merecemos e nós estamos sempre devendo-lhe graças.

Assim, a lição para nós é que quando tivermos feito tudo o que devíamos – quando tivemos resolvidos todos os nossos problemas de cuidado pastoral e corrigido as atitudes de todo o nosso povo e mobilizado o maior número de missões e amado os pobres e salvado casamentos e criado filhos piedosos e corajosamente proclamado a Cristo – Deus não nos deve nenhum obrigado. Em vez disso, vamos naquele momento nos relacionar com ele como devedores à graça, tal como fazemos agora.

Este é um grande encorajamento para a fé. Por que? Porque isso significa que Deus é tão livre para nos abençoar antes de nós colocarmos nossa vida em ordem como ele é depois. Uma vez que somos servos “inúteis” antes de termos feito o que deveríamos, e servos “inúteis” também depois, é somente a graça que leva Deus a nos ajudar. Portanto, ele é livre para nos ajudar antes e depois. Este é um grande incentivo para confiarmos na ajuda dele quando nos sentimos incapazes.

Assim, duas coisas aumentam a nossa fé: 1) que apenas Deus e não a quantidade de nossa fé é o fator decisivo no arremessamento de amoreiras para fora do caminho de Deus; e 2) a livre graça é decisiva na forma como Deus nos trata, antes e depois de termos feito tudo o que devíamos fazer. Nós nunca nos movemos além da necessidade por graça. Portanto, vamos confiar em Deus para realizar grandes coisas em nossa pouca fé, e não fiquemos paralisados pelo que resta a ser feito em nossas vidas e em nossa igreja.

Pastor John

Translation of: How Jesus Helped His Disciples Increase Their Faith

Por que a vontade de Deus nem sempre é clara?

…e não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que proveis qual é a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. (Rm. 12.2)

Jon Bloom

“Nas Escrituras, Deus nos revela tudo o que precisamos saber para viver uma vida piedosa (2 Pedro 1: 3) e para “sermos completos [e] perfeitamente equipados para toda a boa obra” (2 Timóteo 3: 16-17). Mas o Pai não está à procura de trabalhadores, mas de adoradores (João 4:23). E ele sabe que se ele fizesse a sua vontade para nossas decisões específicas mais explícitas com mais freqüência, nós tenderíamos a nos concentrarmos mais no que podemos fazer e não no que nós amamos. Como os fariseus, que tendiam a se concentrar mais em nossas ações, em vez de nossas afeições.

Mas nas decisões que exigem discernimento, o trigo se distingue do joio. Quando não estamos completamente certos, acabamos tomando decisões com base no que nós realmente amamos. Se, no fundo, nós amamos o mundo, isso vai se tornar aparente no padrão de decisões que tomamos ao longo do tempo – nós nos conformaremos com este mundo.

Mas se realmente amamos a Jesus, cada vez mais vamos amar o que ele ama – seremos transformados pela renovação da nossa mente. E o nosso amor por ele e seu reino será revelado no padrão das pequenas e grandes decisões que tomamos.”


Translation of: Why God’s Will Isn’t Always Clear

Faça Alguma Coisa!

Kevin DeYoung
Kevin DeYoung

“Deus não é uma bola de cristal onde cada um pega, fricciona e observa atentamente sempre que tem de tomar alguma decisão. Ele é um Deus bom, que nos deu um cérebro, mostra-nos o caminho da obediência e convida-nos a assumir riscos por Ele.”

“Partimos do pressuposto de que vamos experimentar o céu na terra e então ficamos desapontados ao perceber como a terra tem tão pouco céu”.
“(…) As pessoas deveriam gastar-se menos, parar de passar anos a fio espiritualizando a sua incapacidade de tomar decisões, porque estão sempre ocupadas tentando descobrir, em vão, qual a vontade de Deus”.
“Não corremos riscos por Deus porque temos obsessão por segurança, proteção e, sobretudo, pelo futuro”.
“Temos de parar de pedir a Deus que nos revele o futuro e tire todos os riscos da nossa vida”.
“O que importa é quem somos e não onde estamos”.

Translation of: Just Do Something: A Liberating Approach to Finding God’s Will by Kevin DeYoung

Boas Novas para Cristãos Ansiosos: 10 Coisas Práticas Que Nāo Necessitamos Fazer

Good News for Anxious Christians: 10 Practical Things You Don't Have to DoBoas Novas para Cristãos Ansiosos: 10 Coisas Práticas que Não Necessitamos Fazer por Phillip Cary

Uma tendência popular entre as igrejas evangélicas hoje é uma certa visão mercadológica de multiplicação e uma espiritualidade consumista. Essas técnicas funcionam, e é por isso que elas são tão usadas. Mas essa visão tem seu lado emocional, o qual conduz a ansiedade e, em longo prazo, ao liberalismo religioso e a um futuro pós-cristão; causados por uma piedade distorcida e um Evangelho insuficiente.

Neste livro, o autor Phillip Cary, além de examinar o contexto histórico onde essas mudanças ocorreram, aborda, de forma simples, conceitos teológicos complexos que moldam nossa visão do mundo, e que quando entendidos de forma imperfeita, geram uma espiritualidade doentia se vivermos este “evangelho”, ao invés de crermos nas promessas de Deus claramente reveladas na Escritura. A qual não é fonte de ansiedade, mas sim de alegria e de uma consciência limpa.


Like a succession of failed diet regimens, the much-touted techniques that are supposed to bring us closer to God “in our hearts” can instead make us feel anxious, frustrated, and overwhelmed. How can we meet and know God with ongoing joy rather than experiencing the Christian life as a series of guilt-inducing disappointments?

Drawing on his work with college students, Phillip Cary shows Christians that discipleship is a gradual, long-term process that comes through the Bible experienced in Christian community, not a to-do list designed to help them live the Christian life “right.” This lucidly written book covers ten things Christians don’t have to do to be close to God, such as hear God’s voice in their hearts, find God’s will for their lives, and believe their intuitions are the Holy Spirit. Presenting a time-honored approach to the gospel that is beautiful and liberating, Cary skillfully unpacks the riches of traditional Christian spirituality to bring the real good news to Christians of all ages.

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Um Livro de Phillip Cary


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